Foz do Iguaçu terá novo auxílio-emergencial, cartão Comida Boa e apoio a pequenas empresas

O atendimento às pessoas consideradas vulneráveis nesta pandemia via auxílios financeiros passa a contar, novamente, com aportes estadual e federal. Nesta terça-feira, 6, a Caixa Econômica Federal começou a organizar o pagamento da primeira parcela do novo auxílio-emergencial, de R$ 150 a R$ 375, e o governador Ratinho Junior lançou um pacote de apoio de R$ 59,6 milhões à pequenas empresas e microempreendedores e ainda deve relançar, conforme o deputado Hussein Bakri (PSD), o cartão Comida Boa que destinou R$ 50 para compra de alimentos.

No ano passado, cerca de 60.500 pessoas receberam o auxílio emergencial em Foz do Iguaçu, mas esse número deve ser bem menor pois muitos perderam o benefício porque estão recebendo, por exemplo, o seguro-desemprego.

No total, o número de famílias beneficiadas é menor em comparação com a primeira fase do auxílio. O Governo Federal informou que serão beneficiadas 45,6 milhões de pessoas, 22,6 milhões a menos do que no auxílio emergencial de R$ 600, pago no ano passado (68,2 milhões de pessoas).

Caixa Tem

A Secretaria de Assistência Social de Foz do Iguaçu, confirmou que serão atendidas um número menor de famílias e reforça que os critérios de seleção para liberação do auxílio são de exclusividade do governo federal. Só será contemplado quem recebeu o benefício no ano passado, o depósito será feito nas contas digitais abertas pela Caixa.

O benefício começa a ser pago às pessoas nascidas no mês de janeiro. O dinheiro poderá ser usado para compras, transferências e pagamento de contas, pelo aplicativo Caixa Tem. O saque só será possível a partir de 4 de maio.

Há uma série de critérios para receber o novo auxílio, são eles: ter recebido o auxílio emergencial em 2020, ser trabalhador informal ou beneficiário do Bolsa Família, ter renda familiar mensal de até três salários mínimos (R$ 3.300), ter renda familiar por pessoa de até meio salário mínimo (R$ 550).

As informações são de GDia

com informações do CabezaNews, parceiro do Busão Foz

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Casal é preso com mais de R$ 1 milhão em dinheiro vivo no interior do PR

Um casal foi preso em flagrante, neste sábado (10), com mais de R$ 1,2 milhão em dinheiro vivo, sem comprovação de origem. O caso foi registrado na BR-277, em Cascavel, no oeste do Paraná.

O caso foi repassado pela PRF (Polícia Rodoviária Federal) à Polícia Federal.

Segundo os agentes que efetuaram as prisões em flagrante, o casal foi abordado durante uma inspeção de rotina. O motorista se apresentou como policial civil, com carteira funcional e uma arma da corporação.

Ao vistoriarem o interior do veículo, os policiais rodoviários federais encontraram sacolas e uma caixa de papelão com uma grande quantia de dinheiro vivo.

As informações são do Paraná Portal

com informações do CabezaNews, parceiro do Busão Foz

Foz do Iguaçu identifica frascos de CoronaVac com quantidade menor de doses

Outras cidades do Paraná também encontraram frascos da vacina com menor rendimento. A Secretaria de Estado de Saúde acompanha os relatos

Pelo menos sete municípios do Paraná, entre eles Foz do Iguaçu, identificaram frascos de vacina CoronaVac com quantidades menores de imunizante que as descritas na embalagem. Segundo as prefeituras, os frascos com problema tiveram rendimento menor de aplicação, sendo suficientes para apenas nove doses, enquanto o previsto na embalagem eram 10.

De acordo com informações do G1 Paraná, em Foz do Iguaçu a Secretaria Municipal de Saúde confirmou a identificação de frascos com menos dose, mas disse que ainda não fez notificação ao Ministério da Saúde. O mesmo problema também foi encontrado em Curitiba, Londrina, Cianorte, Umuarama, Ponta Grossa e Cascavel.

Procurado pela reportagem, o Instituto Butantan afirmou que os frascos da CoronaVac são envasados com 5,7 mL e que o problema “não se trata de falha nos processos de produção ou liberação dos lotes pelo Butantan”.

“Todas as notificações recebidas pelo instituto até o momento relatando suposto rendimento menor das ampolas foram devidamente investigadas, e identificou-se, em todos os casos, prática incorreta na extração das doses nos serviços de vacinação”, cita trecho da nota.

Por meio de nota, a Anvisa afirmou que “observou um aumento de queixas técnicas relacionadas à redução de volume nas ampolas da vacina” e que os relatos estão sendo investigados como prioridade pela área de fiscalização da agência.

Disse, ainda, que avalia todas as hipóteses “para que se verifique a origem do problema e não haja prejuízos à vacinação em curso no país”.

Procurada, a Secretaria de Estado de Saúde (Sesa) informou que os registros acontecem nas 27 unidades federativas e que a secretaria acompanha os relatos. Além disso, disse que todas as regionais de saúde e municípios estão orientados de como proceder caso identifiquem o problema.

As informações são de Portal da Cidade

com informações do CabezaNews, parceiro do Busão Foz