Bolsonaro conversa com príncipe saudita antes da cúpula do G20

O presidente Jair Bolsonaro recebeu nesta sexta-feira (20) um telefonema do príncipe herdeiro da Arábia Saudita, Mohammed bin Salman bin Abdulaziz, que é vice-primeiro-ministro e ministro da Defesa do país.

Segundo a Secretaria de Comunicação Social do governo brasileiro, durante a ligação, os dois líderes debateram as possibilidades de fomento das relações bilaterais entre Brasil e Arábia Saudita e coordenaram esforços para a realização da Cúpula do G20, grupo que reúne as 20 maiores economias do planeta.

Neste ano, o encontro do G20 deste ano, que começa neste sábado (21) e se estende até domingo (22), está sendo organizado pelos sauditas.

Por causa da pandemia de covid-19, a participação dos chefes de Estado e de governo na cúpula será virtual, por meio de videoconferência.

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“Se a gente não tiver voto impresso, pode esquecer a eleição”, diz Bolsonaro sobre 2022

Nesta terça-feira (22), em suas férias na cidade de São Francisco do Sul (SC), o presidente Jair Bolsonaro voltou a falar sobre um dos seus maiores desejos: a aprovação da lei que permite o voto impresso.

De acordo com a Folha de São Paulo, o mandatário passou cerca de 25 minutos cumprimentando seus apoiadores, até quando um deles questionou: “Falta muito para chegar 2022, para apertar [o botão da urna] de novo, presidente?”

Logo em seguida, Bolsonaro responde: “Se a gente não tiver voto impresso, pode esquecer a eleição”.

Em sua matéria, a Folha relembrou que, em março deste ano, o presidente havia afirmado que teve fraude eleitoral em 2018 – eleição que ele mesmo venceu – dizendo que foi eleito no primeiro turno. Naquela ocasião, Bolsonaro disse que tinha prova da fraude do sistema, mas até agora nunca apresentou.

Bolsonaro praticamente sente uma possível derrota nas urnas em 2022 e já mostra que futuramente poderá seguir o roteiro de perdedor do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump.

Contém informações da/o O Antagonista.

STF pede à Fiocruz reserva de vacinas contra a Covid-19

Na terça-feira (22), o Supremo Tribunal Federal (STF) pediu à Fiocruz que sejam reservadas vacinas contra a Covid-19 para imunizar 7.000 servidores do tribunal e do Conselho Nacional de Justiça (CNJ).

Segundo o STF, a medida é “uma forma de contribuir com o país nesse momento tão crítico da nossa história, pois ajudará a acelerar o processo de imunização da população e permitirá a destinação de equipamentos públicos de saúde para outras pessoas”.