McDonald’s abre convocação para as crianças participarem da campanha da marca para a Copa do Mundo da FIFA

Mesmo com a alta na taxa Selic nos últimos 12 meses, a venda de imóveis segue em crescimento no Brasil. O total de novos imóveis comercializados aumentou 6,2% no primeiro trimestre de 2022, em comparação a igual período de 2021. Ao todo, foram vendidas 36.982 unidades de janeiro a março deste ano no país. O levantamento foi feito com 18 empresas pela Associação Brasileira de Incorporadoras Imobiliárias (Abrainc), em parceria com a Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe).

Os lançamentos de imóveis também seguem o mesmo movimento de elevação percentual. O crescimento no mesmo período foi de 2,2%, com 26.973 unidades lançadas. Especificamente sobre o segmento de imóveis de médio e alto padrão, esse também registrou alta, com expressivos 35,6%, marcando a chegada de 10.013 unidades ao mercado. Dessas, as vendas tiveram acréscimo de 109% só nos primeiros três meses do ano. No total, foram 9.533 unidades, entre elas, os apartamentos na planta.

Os números só comprovam que comprar um apartamento na planta se apresenta muito mais vantajoso, visto que o valor total do imóvel é bem mais baixo que o do apartamento finalizado. Considerada também, uma das formas mais seguras de investimentos, já que tem apresentado rendimento superior às aplicações convencionais nos últimos três anos.

Comprar o imóvel na planta tem outro fator positivo: o comprador tem a chance de pagar o valor promocional da tabela de lançamento, sem contar que tem prioridade na escolha das plantas que mais se encaixam às suas necessidades, como tamanho, andar e localização em relação ao sol. Após pesquisar sobre a trajetória e reputação da construtora, sem dúvidas, o primeiro passo ao decidir adquirir um apartamento na planta é procurar um imóvel que atenda às expectativas de valor e localização, além do prazo de entrega da obra.

Nos apartamentos na planta, a entrada costuma ser bem mais baixa, cerca de 0,8% do valor do imóvel. Já em apartamentos prontos, a entrada, geralmente, é de, no mínimo, 20%, em caso de financiamento. Quando se adquire um apartamento na planta, em geral, são abatidos 34% do valor total do imóvel até a conclusão da obra e o restante pode ser financiado em até 30 anos, em banco à escolha do cliente.

Atentas às necessidades do consumidor, diversas construtoras já  possuem departamentos especializados em financiamentos, que auxiliam o cliente em todas as fases da compra, desde a simulação das parcelas até a conclusão do processo. Esse serviço, sem dúvida, deve ser levado em consideração na hora da compra, pois traz a garantia de informações precisas para a aquisição do imóvel.

Há, ainda, a possibilidade de as construtoras financiarem o imóvel desde o início do processo; opção já existente em muitas empresas. Outra vantagem é não ter a necessidade de comprovação de renda nem avalista, além de ter um sistema bastante simples de contrato, que permite a assinatura digital, portanto, não sendo necessária a presença do cliente na empresa nem de procuração. Isso permite ao cliente adquirir seu imóvel em qualquer lugar do mundo.

É importante destacar que, caso o comprador precise de um imóvel residencial com urgência, o apartamento pronto é a melhor opção, pois permite a mudança imediata. Entretanto, se for possível planejar a compra, e se tiver tempo para esperar a conclusão da obra, sem dúvidas, o apartamento na planta apresenta o melhor custo x benefício. Planejar ainda é o melhor negócio para o bolso do cliente.

Marco Antonio Santi é corretor de imóveis da Imobiliária Raul Fulgêncio, exclusiva da Yticon, construtora do Grupo A.Yoshii.

via redação Busão Curitiba

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Mais de 500 profissionais e estudantes participaram de seminário do CRESS-PR sobre Assistência Social

Com o objetivo de apresentar os avanços dos últimos anos, debater e apontar as obras prioritárias para o Paraná, foram realizadas em todo o Estado reuniões regionais a fim de atualizar o Plano Estadual de Logística do Transporte, o PELT. Ao todo, foram sete encontros, com início em Londrina, 15 de julho, e conclusão em Curitiba, em 29 de julho. Participaram das ações cerca de 400 representantes de entidades do setor produtivo, da sociedade civil organizada e do poder público. 

“Em todas as reuniões, os profissionais das engenharias, agronomia e geociências foram destaque graças ao trabalho de engajamento realizado pelo Crea-PR junto aos profissionais e suas Entidades de Classe, em todas as oito regionais do Conselho no Estado. O olhar dos profissionais deste segmento em um projeto relacionado ao transporte é essencial para a viabilidade e sustentabilidade do mesmo”, ressalta o engenheiro civil Ricardo Rocha, presidente do Crea-PR. 

Elaborado desde o início do século XXI e atualizado continuamente, o PELT 2035 tinha sua última versão em 2016, constitui-se de um documento que apresenta as obras prioritárias necessárias para diminuir gargalos de infraestrutura pelo Paraná. Com a finalização das reuniões, o documento será renovado para inclusão das demandas e adequações necessárias. De acordo com o presidente do Crea-PR, o material deve ser concluído ainda em agosto, com a assinatura das entidades participantes, e apresentado para todos interessados até setembro.

“A expectativa é que esse compromisso coletivo possa contribuir de forma efetiva. Uma ação intensa que possa alavancar o desenvolvimento sustentável e atingir as melhores condições para a população, com segurança, maior rendimento para as cadeias produtivas e com benefícios para os eixos social, econômico e de sustentabilidade do meio ambiente. Mais do que um documento, é um compromisso firmado com foco no longo prazo. É uma união de forças que irá contribuir para que o Paraná continue em desenvolvimento e se destaque no Brasil”, afirma.

Atualmente, o PELT é composto por 97 obras e projetos propostas para modal rodoviário (48), portuário (17), aeroviário (16), ferroviário (8), além de outros modais (8). Entre as demandas apresentadas nos encontros regionais, estão a continuidade do pedido de ampliação do Aeroporto Internacional Afonso Pena, em São José dos Pinhais, e o andamento desse processo que está sendo realizado nos aeroportos de Londrina e Foz do Iguaçu. Com a intensificação dos esforços, o número de voos diários no Paraná passou de sete para 19.

Nas demandas rodoviárias, entre os pedidos estão a nova ponte do Rio Paraná para conectar os municípios de Nova Londrina e Paranavaí, obras no contorno norte de Londrina e de Cascavel, e no contorno de Ponta Grossa. Em Curitiba, a demanda é para duplicação da rodovia que leva para a Praia de Leste e, então, para Pontal do Paraná. Também foi levantada a possibilidade de conectar Pato Branco, no Sudoeste, a cidade da Lapa, nos Campos Gerais, com passagem pela capital.

O trabalho para o desenvolvimento do documento e de sua atualização foi coordenado pela Federação das Indústrias do Paraná (Fiep), e contou com a parceria do Crea-PR, Movimento Pró-Paraná, o Instituto de Engenharia do Paraná (IEP), além do G7 – grupo do qual fazem parte a Fiep, as Federações da Agricultura (Faep), do Comércio (Fecomércio), das Cooperativas (Ocepar), dos Transportes (Fetranspar) e das Associações Comerciais (Faciap), e também a Associação Comercial do Paraná (ACP).

Crédito da imagem: Lucas A. Nogas – Crea-PR

Em Curitiba

Realizado em 29 de julho, o encontro de Curitiba marcou a finalização das reuniões do PELT e levantou pontos prioritários para a Região Metropolitana de Curitiba, como a necessidade de ampliação dos contornos utilizados para o desvio do tráfego da capital, a presença de dutos de gás que passam pela cidade e agora serão ampliados para outras regiões e a nova construção de uma pista no Aeroporto Afonso Pena voltada para voos internacionais de longa distância.

via redação Busão Curitiba

cinco dicas de presentes para inovar e surpreender

Estrategicamente, membros das comissões de comunicação e assessoria de comunicação dos CRESS de Santa Catarina, Paraná e Rio Grande do Sul, se reúnem para debater a pauta da Comunicação do Conjunto. O XI Comunicasul, também reuniu trabalhadoras e trabalhadores dos CRESS, além de representantes do CFESS, ABEPSS e ENESSO.

O principal tema do debate deste ano foram os desafios da comunicação na atualidade e desafios à Política Nacional de Comunicação do Conjunto CFESS/CRESS. Duas palestrantes discutiram a temática com os representantes dos estados do Paraná, Santa Catarina, e Rio Grande do Sul. A primeira convidada foi Claudiana Tavares da Silva Sgorlon, doutora em Serviço Social e Política Social e mestre pela UEL (Universidade de Londrina) e Bárbara Tolla, Consultora de Branding Pessoal, Estrategista Digital e Conteudista. O CRESS-PR mediou a mesa do debate, pelo Conselheiro Marcelo Nascimento de Oliveira.

“Refletimos, durante o encontro, como a comunicação do conjunto CFESS/CRESS pode contribuir para aproximar a categoria profissional das nossas entidades representativas. Mas também, e principalmente, aprofundar o diálogo em tempos de avanços das tecnologias da comunicação permitindo interlocução entre o Conselho, através de suas ações e conteúdo, objetivando qualificar o exercício profissional”, contou Marcelo.

Anualmente, como explica o assistente Social Marcelo Nascimento de Oliveira, o Conjunto CFESS/CRESS se reúne para discutir a direção da profissão, deliberar sobre as bandeiras de lutas que direcionam as ações do Conjunto frente os desafios postos ao exercício profissional da e do assistente social. De forma regional, os conselhos debatem os temas e propostas para levar ao encontro nacional, que neste ano acontece entre os dias 07 e 11 de setembro, em Maceió (AL).

Para o Assistente Social de Cianorte (PR), Rael Moraes, o evento foi fundamental para refletir o papel da comunicação como instrumento de trabalho das (dos) Assistentes Sociais.

“Analisamos que é necessário modernizar a comunicação e padronizar algumas formas de se comunicar com nossos públicos. Não só como ferramenta de engajamento político e organizativo, mas também técnico e cooperativo da profissão”, acrescento.

Seminário Nacional Nos dias 07 e 08, no mesmo local, ocorre o 6⁰ Seminário de Comunicação do Conjunto CFESS/CRESS, que irá a apresentar resultados da Pesquisa sobre o Perfil da Comunicação do CFESS e a 4ª edição da Política de Comunicação CFESS/CRESS.

via redação Busão Curitiba