Grupo Voluntariado Crianças Livres promove ação social para arrecadar mais de 200 cestas de Natal para famílias carentes em Foz.

O grupo Voluntariado Crianças Livres está promovendo uma ação social para arrecadar produtos para montagem de cestas de Natal para famílias carentes de Foz do Iguaçu.

Com cerca de 90 membros, o grupo já promoveu diversas ações, como reforma da associação de moradores do Jardim Canadá, diversas intervenções culturais e festivais para crianças e adultos de comunidades carentes na cidade.

Neste ano, mesmo com a pandemia, os voluntários pretendem arrecadar alimentos para confecção de mais de duzentas cestas.

As doações podem ser feitas por empresas e entidades através de dinheiro ou alimentos não perecíveis.

Confira na lista abaixo o que pode ser doado:

  • macarrão
  • molho de tomate
  • óleo
  • arroz
  • seleta de legumes
  • panettone
  • caixa de bombom
  • refrigerante
  • frango
  • farofa pronta

Doações em dinheiro devem ser feitas na seguinte conta:

Fabiana Corrêa Marchesini
CPF 056.294.819-83
Agência 0001
Conta 43349447-7
Banco 260 – Nu Pagamentos S.A.

O valor unitário cotado para a cesta de Natal é de aproximadamente R$63,00.

Para mais informações procure Zani Rotela (45) 99154-0312 e Fabiana Corrêa Marchesini (45) 99997-6028.

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Vacinas nas fronteiras

Chico Brasileiro

O ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, visitou Foz do Iguaçu nesta terça-feira (20), e nos deu uma notícia importante. As doses extras das vacinas contra a Covid-19 serão enviadas também às cidades fronteiriças no Acre, Amapá, Amazonas, Pará, Roraima e Santa Catarina. As quatro cidades do Paraná nesta situação geográfica estão recebendo 90 mil doses. O Paraná já recebeu 45 mil doses e deste lote extra, 37,8 mil estão sendo aplicadas em Foz, o que possibilitou a redução da faixa etária de vacinação para 28 anos. Esperamos em breve, o segundo lote extra para viabilizar a imunização completa para os municípios de fronteira.

O governo federal acertou ao adotar, como estratégia de enfrentamento à novas variantes, a proposta da Frente Nacional de Prefeitos (FNP) pela criação deste espécie de cordão sanitário nos municípios de fronteira brasileira, o que vai reduzir os números de casos do coronavírus, as internações e ocupações de leitos de UTI nos hospitais decorrentes das complicações ou de quadro graves da doença. É um alívio aos gestores brasileiros que já estão enfrentando em como tratar as sequelas da Covid-19.

Esta proposta vem sendo debatida no âmbito da FNP desde o mês de fevereiro e em seguida, após várias reuniões no Ministério da Saúde, em Brasília, com apoio dos governos estaduais, parlamentares e dos conselhos de secretários estaduais e municipais de saúde, chegamos a este entendimento.

Neste primeiro momento, estão sendo atendidas as quatros cidades do Paraná (Foz do Iguaçu, Barracão, Guaíra e Santo Antônio do Sudoeste) com 90 mil doses, 29 cidades gaúchas com 126 mil doses, 13 cidades do Mato Grosso do Sul, com 165,5 mil doses e nove cidades de Rondônia, com nove mil doses. Um total de 392 mil doses extras para 55 municípios.

São pelo menos 61 cidades fronteiriças a mais; se incluir as fronteiras de Mato Grosso, são mais três municípios. No total, o país tem 122 cidades fronteiriças, mas as mais movimentadas são as da região sul, sendo que a fronteira de Foz do Iguaçu com Ciudad del Este (Paraguai) é a mais movimentada da América do Sul.

Segundo o Ministério da Saúde, serão enviadas doses extras suficientes para imunizar mais 279 mil pessoas dos outros seis estados (Acre, Amapá, Amazonas, Pará, Roraima e Santa Catarina).

Para Foz do Iguaçu, se tornou fundamental receber as doses extras de vacinas porque a cidade tem o impacto de pelo menos 98 mil brasileiros que moram na região de fronteira no Paraguai e buscam o lado brasileiro para serem atendidos e tratar de sua saúde.

Somente um dado demonstra a assertividade deste argumento e da proposta acatada pelo Ministério da Saúde. Com 258 mil habitantes, Foz tem mais de 424 mil usuários do cartão do SUS (Sistema Único de Saúde). Se somar às outras oito cidades sob a jurisdição da 9.ª regional de Saúde, serão pelo menos mais 200 mil moradores. Estamos numa fronteira aberta para um verdadeiro país, algo em torno de um milhão de pessoas.

Esta é uma conquista, diria até vitória, de todos. Mas vale lembrar toda a trajetória desta verdadeira luta pelas vacinas. Em fevereiro, reunimos por três vezes os gestores das cidades fronteiriças brasileiras que passam pela mesma situação que Foz do Iguaçu, e em documento pedimos pelas vacinas extras às autoridades em Brasília. Foram realizadas ainda algumas audiências no Ministério de Saúde. O itinerário Foz-Curitiba-Brasília foi feito por diversas vezes neste semestre.

As vacinas extras vieram e continuam salvando vidas, e vão ainda agilizar a retomada do turismo, do comércio e serviços – o principal trio da economia de Foz do Iguaçu.

Neste quase um ano e meio de pandemia, tenho certeza que a maioria dos prefeitos brasileiros enfrentou de tudo, além da pandemia, com as medidas restritivas necessárias neste percurso. Em Foz, optamos por reestruturar o Hospital Municipal Padre Germano Lauck em vez de instalar hospitais de campanha, contratamos 651 novos profissionais de saúde, fizemos convênios com as universidades (Unila, Unioeste e Uniamérica) e com a Itaipu Binacional, e saltamos de 20 para 70 leitos de UTI.

É um legado para a saúde pública da cidade. E agora, com a redução de casos da Covid-19, vamos instalar uma UTI-Pediátrica no hospital municipal nos leitos de UTI onde, até pouquíssimo tempo, estavam internados os pacientes em estado grave da doença. Em agosto, a Secretaria Municipal de Saúde começa a realizar as 300 cirurgias eletivas por mês e queremos que esse número alcance pelo menos mais 200 cirurgias.

Estamos saindo dos tempos mais difíceis que a nossa cidade, o estado e o país enfrentaram. Perdemos amigos, familiares, colaboradores e a situação comprometeu, e ainda compromete, do pequeno ao grande negócio. Em breve, muito breve, poderemos abraçar a todos e cumprir com o destino de uma das principais cidades do mundo. Foz do Iguaçu é o segundo destino mais desejado pelos brasileiros para visitar na pós-pandemia.

Chico Brasileiro, dentista, servidor público, prefeito de Foz do Iguaçu e vice-presidente da Frente Nacional de Prefeitos.

com informações do CabezaNews, parceiro do Busão Foz

Foz do Iguaçu aguarda o segundo lote extra para vacinar contra covid acima de 18 anos

A Secretaria Municipal de Saúde iniciou, nesta quinta-feira (22), a vacinação da população em geral com 26 anos ou mais em Foz do Iguaçu. Isso foi possível, segundo a secretária Rosa Maria Jerônymo, devido a decisão de não armazenar vacinas. Para a próxima semana, a cidade espera a chegada do segundo lote extra as regiões de fronteira e, a partir daí, abrir para imunização de pessoas com 18 anos ou mais.

Até o início da semana, Foz do Iguaçu estava vacinando a população em geral com 28 anos ou mais. A aceleração no procedimento foi possível devido a chegada, na última sexta-feira (16), de uma remessa com mais de 37,8 mil doses de imunizantes, devido o município estar localizado em uma faixa de fronteira. No Paraná, outras três cidades também foram contempladas – Guaíra, Santo Antônio do Sudoeste e Barracão.

Na primeira etapa da vacinação de pessoas acima de 26 anos, Foz do Iguaçu abriu seis mil vagas para agendamento, aplicando o restante do primeiro lote extra recebido na última semana. A secretária de Saúde acredita que no próximo lote extra de imunizantes enviados para a cidade, pela Secretaria Estadual de Saúde (Sesa), por meio do Ministério da Saúde, será possível vacinar toda a população maior de idade.

“Chegando vamos fazer novamente uma força-tarefa para vacinar toda a população acima dos 18 anos”, reforça a Rosa Jerônymo. Na última quarta-feira (21), o secretário estadual de Saúde, Beto Preto, informou que o Paraná deve receber um novo lote de vacinas nos próximos dias.

A remessa será novamente de 45 mil doses destinadas a Foz do Iguaçu, Guaíra, Santo Antônio do Sudoeste e Barracão. Os imunizantes extras fazem parte de um acordo de envio de doses a mais às cidades de fronteira, articulado pelo prefeito Chico Brasileiro, vice presidente da Frente Nacional de Prefeitos de Cidades de Fronteira.

Continue lendo em: GDia

com informações do CabezaNews, parceiro do Busão Foz