Bar de Curitiba disponibiliza show de stand up completo para quem está em quarentena

O Curitiba Comedy Club, o primeiro bar de comédia do Brasil, disponibilizou hoje um show completo de stand-up comedy para quem está em quarentena. A apresentação aconteceu em virtude aos 10 anos da casa, pioneira no segmento no país, e contou com a participação de 10 comediantes: Serginho Lacerda, Felipe Pansolin, Brow Malaquias, Eduardo Jericó, Gabriel Mendes, Fernando Semmer, Segundinho, Marco Zenni, Rafael Aragão e Emerson Ceará.

Assista ao Show de Quarentena:

O bar fechou suas portas ontem, dia 19 de março, por conta da atual situação do novo coronavírus para preservar a saúde de funcionários, clientes e artistas. Parabéns pela atitude!

Nova remessa com imunizantes da Pfizer chega no Paraná nesta segunda

O Paraná recebeu mais 242 mil doses de vacina contra a Covid-19 nesta quinta-feira (6). A 18ª remessa do Ministério da Saúde é da vacina Covishield, desenvolvida pela empresa AstraZeneca, em parceria com a Universidade de Oxford. As doses serão destinadas às gestantes, puérperas, pessoas com comorbidades e pessoas com deficiência permanente grave.

“Com este novo lote daremos continuidade à imunização no Paraná e pedimos para todos os municípios, assim que as vacinas chegarem, junto com o lote enviado nesta semana, que prossigam a aplicação de domingo a domingo para que possamos imunizar o maior número de paranaenses possível e avancemos para outros grupos prioritários”, afirmou o secretário estadual  da Saúde, Beto Preto.

Foto: AEN PR

Ele acompanhou a chegada do novo lote ao Centro de Medicamentos do Paraná (Cemepar), em Curitiba. Beto Preto ressaltou a importância da vacinação de gestantes e puérperas, que foram incluídas pelo Ministério da Saúde neste novo grupo prioritário, junto com as pessoas com comorbidades.

“Estamos vendo neste momento, em todo o Brasil, o aumento no número de casos de interrupção da gravidez por gestantes acometidas por Covid. Por este motivo é importante a vacinação deste grupo já que estão inseridas no Plano Nacional de Imunização e possuem doses destinadas para sua imunização”, ressaltou.

Segundo o secretário, ainda nesta semana o Paraná também enviará ao hostipais da rede de atendimento à Covid-19 e aos municípios cerca de 205 mil ampolas de medicamentos elencados no chamado kit de intubação para atendimento aos pacientes suspeitos ou confirmados com a doença.

“Pouco mais de 185 mil medicamentos são aquisições próprias da Secretaria da Saúde e o restante adquirido pelo Consórcio Paraná Saúde. Este quantitativo auxiliará no enfrentamento da pandemia nos hospitais do plano de atendimento à Covid-19”, explicou o secretário

PFIZER 

Ainda de acordo com a 18º pauta do Ministério da Saúde, o Paraná receberá 67.774 doses da vacina Comirnaty da Pfizer/BioNTech. A previsão da pasta é de que o envio destes imunizantes ao Estado ocorra na próxima semana.

“Inicialmente concentraremos este segundo lote da Pfizer aqui no Cemepar, em Curitiba, mas isso não impedirá a descentralização para outros municípios, desde que possuam armazenamento adequado para manter as doses refrigeradas por até cinco dias”, explicou Beto Preto.

O Ministério da Saúde recomendou esta semana que o intervalo entre a primeira e a segunda dose do imunizante Comirnaty da Pfizer seja de 12 semanas (três meses), assim como já é adotado com a AstraZeneca. A recomendação inicial era de 21 dias entre as doses.

A Secretaria Saúde realizou uma videoconferência com as 22 Regionais de Saúde na segunda-feira (3) para repassar a nova orientação enviada por informe técnico do governo federal.

Ainda segundo o Ministério da Saúde, a vacina deve ser armazenada por no máximo 5 dias à temperatura de 2ºC a 8ºC, até 14 dias (duas semanas) à temperatura de -25ºC à -15ºC e durante toda a validade (seis meses) em freezers de ultrabaixa temperatura (-80ºC à -60ºC). Quando diluída em soro fisiológico para preparação, o total de seis doses por frasco-ampola deve ser utilizado em até seis horas, sob refrigeração de 2ºC a 8ºC.

via redação Busão Curitiba

Mais 242 mil doses de vacina contra a Covid-19 chegam ao Paraná

Curitiba inicia nesta quinta-feira (6) a aplicação da primeira parte da remessa recebida da vacina produzida pela farmacêutica norte-americana Pfizer, em parceria com a empresa de biotecnologia alemã BioNtech. O município recebeu na quarta-feira (5), 11.700 doses desta vacina.

“Essa é uma vacina complexa e delicada. Mas Curitiba, ao lado de algumas poucas capitais, está pronta para receber e aplicar”, afirma a secretária municipal da saúde de Curitiba, Márcia Huçulak.

Estas doses fazem parte da primeira parte da remessa total 32.760 do município e vão permitir a Curitiba a conclusão do primeiro grupo prioritário do Plano Nacional de Imunização (profissionais de saúde) e também iniciar a vacinação do grupo de comorbidades, com pacientes de hemodiálise e deficientes mentais institucionalizados. 

Logística 

As vacinas da Pfizer chegaram no Aeroporto Internacional Afonso Pena, em São José dos Pinhais, na noite de segunda-feira (3). De lá, o material foi encaminhado diretamente ao Centro de Medicamentos do Paraná (Cemepar), do Governo do Estado, para validação da qualidade e armazenamento.

Por causa das especificidades técnicas e exigências de armazenamento em temperaturas muito baixas, essas vacinas da Pfizer estão sendo distribuídas apenas em Curitiba.

O imunizante exige uma cadeia logística e rede de frios até chegar na ponta. Isto porque deve passar por um delicado processo de descongelamento para o uso final. A cada fase que avança não pode haver retrocesso. 

As vacinas da Pfizer, armazenadas inicialmente em freezer de ultra baixa temperatura (-80ºC a -60ºC), foram enviadas pelo Ministério da Saúde ao Paraná em caixas térmicas em temperaturas entre -25°C e -15°C. No Cemepar, foram guardadas em freezers de baixa temperatura. Nesta temperatura, conforme orientações técnicas do Ministério da Saúde, a conservação das vacinas pode ser feita por no máximo 14 dias.

Para aplicação em Curitiba, a vacina precisa ainda sofrer mais uma etapa de “descongelamento”. Dessa forma, a vacina é armazenada nos pontos de vacinação em geladeiras com temperatura entre 2ºC e 8ºC. Nesta temperatura, a conservação das vacinas pode ser feita por no máximo 5 dias. Por este motivo, as retiradas da remessa serão feitas aos poucos pelo município.

Além da logística de armazenamento e distribuição, a vacina da Pfizer também tem peculiaridades em relação a aplicação. O imunizante, após descongelado, precisa ser diluído em solução injetável de cloreto de sódio 9 mg/ml (0,9%). Após a diluição a vacina deve ser utilizada em no máximo seis horas. Para a aplicação também são necessárias seringas e agulhas específicas, as chamadas seringas de alta precisão.

Por conta da complexidade envolvendo o armazenamento, distribuição e utilização, a aplicação do imunizante da Pfizer estará concentranda em três pontos de vacinação em Curitiba: Pavilhão da Cura (Barigui), Ouvidor Pardinho e Centro de Referência, Esportes e Atividade Física (Creaf) do Guaíra. A vacinação nestes pontos funcionará por meio de agendamento enviado pelo app Saúde Já Curitiba aos profissionais de saúde.

Além destes três pontos, a vacina será aplicada em clínicas e instituições pelas equipes de saúde em pacientes de hemodiálise e deficientes mentais institucionalizados.

via redação Busão Curitiba