6 dicas essenciais para cuidar da saúde do seu coração

O Paraná e o Sul do Brasil têm registrado um aumento significativo nos casos de Monkeypox, também conhecida porvaríola dos macacos”. Para se ter ideia, só o Paraná confirmou dez novos casos da doença, segundo boletim divulgado pela Secretaria de Estado da Saúde na primeira semana de setembro. Foram cinco novos casos em Curitiba, um em Cascavel, um em Londrina, dois em São José dos Pinhais e um em Maringá. O estado passou a somar 153 confirmações da doença em 16 cidades. Ainda de acordo com o boletim, são 145 homens e oito mulheres contaminados e contaminadas. As faixas etárias com mais registros são de 30 a 39 anos e 20 a 29 anos. A cidade com maior número de casos de varíola dos macacos é Curitiba, somando 115, seguida de muito longe por Paranaguá, com quatro casos, e São José dos Pinhais, com três. Araucária, Campo Largo, Colombo têm dois casos cada um.

No caso de Santa Catarina, houve um aumento de 30% de casos em apenas cinco dias. Até o começo de setembro, 115 casos da doença já foram confirmados. No Rio Grande do Sul, o Centro Estadual de Vigilância de Saúde do Estado confirmou, também no começo de setembro, um total de 120 casos de Monkeypox. Outros 358 casos suspeitos também estão em investigação. Em Porto Alegre, o total de casos chegou a 61, seguido por Canoas, com 10. Todos estão distribuídos em 28 municípios gaúchos.

No dia 20 de setembro, a ANVISA (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) aprovou o primeiro teste para o diagnóstico da Monkeypox no Brasil. O produto é o kit molecular Bio-Manguinhos, fabricado pela Fiocruz (Fundação Oswaldo Cruz), que detecta as regiões genômicas dos vírus da Orthopox, Monkeypox e Varicella Zoster. Porém, a capacidade de distribuição deste kit no país ainda está sendo avaliada. 

A baixa quantidade de exames que sejam capazes de identificar o Monkeypox, faz com que as pessoas busquem diagnósticos diferenciais, que são realizados através de testes para diagnóstico de outras doenças para que seja descartado o vírus. A análise clínica, em alguns casos, pode relacionar os sintomas apresentados pelos pacientes a outras doenças, como varicela, sarampo, infecções bacterianas da pele, escabiose (sarna), sífilis e reações alérgicas, o que dificulta o diagnóstico preciso.

A novidade é que o ID8 – Inovação em Diagnóstico disponibiliza a laboratórios do estado do Paraná e de outros estados do Brasil, métodos moleculares para o diagnóstico da doença, que se revela como a alternativa mais segura para o diagnóstico assertivo.

A partir do diagnóstico correto, a atenção clínica pode ser otimizada para aliviar ao máximo os sintomas, manejando as complicações e prevenindo as sequelas em longo prazo. Os sintomas do vírus podem incluir lesões na pele, febre, dor no corpo, dor de cabeça, entre outros. Segundo o Ministério da Saúde, os sinais duram de duas a quatro semanas.

Rodrigo Faitta Chitolina, supervisor de laboratório e responsável técnico do ID8, explica que o diagnóstico realizado pelo laboratório é por PCR em tempo real, considerada a técnica padrão ouro para a detecção de vírus. 

“O exame do iD8 Diagnóstico realiza a detecção viral do Monkeypox pela amplificação de uma região conservada dos genes G2R (que detecta as linhagens do vírus do grupo da África Ocidental) e F3L (que detecta as linhagens do vírus pertencentes ao grupo da Bacia do Congo). Essa detecção específica permite dirimir as dúvidas quanto a possíveis infecções de outros patógenos com sintomatologia semelhante, como é o caso da Herpes Simplex 1 e 2 e Varicela Zoster”, explica Chitolina.

O exame disponível no ID8 se trata de uma metodologia de PCR em tempo real, metodologia que é recomendada pelas principais instituições e órgãos da saúde (OPA, WHO e Ministério da Saúde) como sendo a metodologia adequada para realização do diagnóstico. Além disso, o exame permite a detecção do vírus por amostras de swab de lesão/vesícula, que é a amostra principal no que concerne ao diagnóstico da  doença. Ainda, para casos onde se demanda um diagnóstico diferencial, uma vez que, o vírus pode ser confundido com outras doenças como sífilis e herpes, se oferta coleta de amostra de swab orofaringe, para auxílio de diagnóstico.

Sobre a Monkeypox

A doença Monkeypox (MPX), também conhecida como “varíola dos macacos”, vem alertando autoridades sanitárias de diversos países a adotar ações precoces a fim de evitar um surto mundial. O último boletim divulgado pela Secretaria de Saúde do Paraná mostrou um aumento de 86% nos casos, reforçando o alerta sobre a transmissão do vírus.

O vírus causador da doença é estudado há décadas e já foi detectado em pelo menos onze países africanos desde os anos 1970. O primeiro caso no Brasil foi registrado em julho de 2022, em Minas Gerais, em um homem de 41 anos. Foi o primeiro fora da África registrado, de acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS).

O nome da doença, entretanto, ainda gera grande confusão entre pessoas pouco informadas, que acreditam que os macacos são transmissores do vírus. Isso ocasiona o assassinato de muitos animais, que não transmitem a doença e são infectados e vitimados por ela, assim como os seres humanos. A transmissão da varíola ocorre de humanos para humanos, no caso de contato próximo com as lesões na pele da pessoa infectada, com secreções respiratórias ou objetos usados por quem está infectado. Em comunicado publicado no início de junho deste ano, a Sociedade Brasileira de Primatologia reforçou que a transmissão da doença não está associada aos primatas. Além de não transmitirem a doença, os macacos, na verdade, são sentinelas para a presença de zoonoses que possam impactar a saúde humana.

Saiba mais sobre a Monkeypox:

  •     O período de incubação, no qual a pessoa infectada é assintomática, é tipicamente de 6 a 16 dias, mas pode chegar a 21 dias. Inicialmente, eles incluem febre súbita, dor de cabeça, dores musculares, dores nas costas, calafrios e exaustão;
  •     Já a manifestação na pele, mais conhecida pela população, ocorre entre 1 e 3 dias após os sinais e sintomas iniciais. Quando aparecem, as lesões têm diâmetro de meio centímetro a um centímetro, e podem ser confundidas com varicela ou sífilis;
  •     A transmissão do vírus Monkeypox entre pessoas ocorre, principalmente, através do contato direto, seja por meio do beijo ou abraço, ou por feridas infecciosas, crostas ou fluidos corporais;
  •     Também pode haver transmissão por secreções respiratórias durante o contato pessoal prolongado. Até o momento, não se sabe se o Monkeypox pode ser transmitido através do sêmen ou fluidos vaginais;
  •     A detecção correta do vírus é o primeiro passo para evitar a propagação e interromper as cadeias de transmissão.

 Sobre o ID8 – Inovação em Diagnóstico

Um laboratório de apoio focado no diagnóstico molecular com entrega rápida, oferecendo resultados em poucas horas após o recebimento da amostra, com um fluxo de trabalho operacional os sete dias da semana. Os serviços vão além do diagnóstico. Metodologias simples e ágeis que reduzem consideravelmente o tempo de entrega do resultado, possibilitando ao paciente a chance de um tratamento mais assertivo e direcionado. Saiba mais em: www.id8diagnostico.com.br.

via redação Busão Curitiba

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Hospitais reorganizam práticas de descarte e encontram alternativas na gestão sustentável de resíduos

A pandemia de covid-19 aumentou o descarte de resíduos hospitalares em dezenas de milhares de toneladas. Segundo a Associação Brasileira de Empresas de Limpeza Pública e Resíduos Especiais (Abrelpe), apenas em 2020 houve um acréscimo de 15% nesse tipo de descarte no Brasil. O número expõe a necessidade urgente de melhorias nas práticas de descarte e processamento desses resíduos. Nesse cenário, instituições de saúde de Curitiba (PR) buscam alternativas para mudar o destino de materiais que antes iriam para o lixo. Entre os projetos está a transformação de peças de TNT em artesanato, de enxovais hospitalares em revestimento automotivo e de esponjas de cozinha em resina plástica industrial.

“Agregar valores ambientais, sociais e econômicos, sem perder de vista as questões sanitárias, é fundamental quando o assunto são hospitais”. É no que acredita a analista de Sustentabilidade Sênior do Grupo Marista, Elãine Cristina de Souza Kurscheidt, que ajuda a desenhar saídas viáveis e sustentáveis na gestão de resíduos das unidades de educação e saúde do grupo. Um exemplo é o projeto com o TNT não contaminado dos hospitais Universitário Cajuru e Marcelino Champagnat que, após deixar de ser utilizado para manter esterilizadas as caixas de instrumentais cirúrgicos, agora é encaminhado ao grupo de voluntários Mãos que Transformam. “Desde julho deste ano, foram mais de 895 unidades de TNT – isso equivale a sobras pré-cirúrgicas de 420 procedimentos – encaminhadas para ganhar um novo significado”, explica Elãine.

O projeto coloca o TNT feito à base de petróleo longe do lixo comum, impedindo o impacto ambiental e mudando a vida das pessoas por meio do artesanato. Com o objetivo inicial de amenizar a rotina de hospitais, os voluntários do grupo Mãos que Transformam produzem peças que vão mudar o dia a dia de pacientes e profissionais de saúde, especialmente em datas comemorativas. O que antes era lixo, vira sacola retornável, marcador de livro e lixeira de carro. “Saber que a arte e a gentileza podem melhorar a vida de alguém nos inspira e motiva para darmos os próximos pontos”, conta a coordenadora de pastoral e voluntariado dos hospitais, Nilza Brenny.

Novo caminho para resíduos

O aumento do fluxo e do período de permanência dos pacientes nos momentos mais críticos da pandemia impactou diretamente os números da produção de lixo. A geração total de resíduos nos hospitais Marcelino Champagnat e Universitário Cajuru aumentou em 10% na comparação entre 2020 e 2021. Enquanto o Marcelino Champagnat atuou como referência em casos de covid-19, o Hospital Universitário Cajuru, com atendimento 100% SUS, concentrou grande parte dos traumas de Curitiba e região metropolitana desde o início da pandemia. 

E foi a partir daí que ações preocupadas com o meio ambiente ganharam cada vez mais espaço. Em plena pandemia, os hospitais pertencentes ao Grupo Marista criaram um projeto de reciclagem de enxovais hospitalares. Com isso, conjuntos de roupas usadas por pacientes e equipes são agora transformadas em revestimento automotivo. As peças são armazenadas, coletadas e, na sequência, desfibradas para ganharem novos usos. “Sempre tivemos um volume grande de enxovais descartados, e começamos a perceber que era necessário buscar uma solução. Até agora, já conseguimos minimizar o impacto ambiental ao impedir que 2,5 toneladas de enxovais fossem descartadas em lixo comum ou infectante”, relata o gerente de Facilities do Grupo Marista, Fabio Pace Adamo.

Na contramão do aterro sanitário, as cozinhas dos hospitais também coletam esponjas usadas e as direcionam para que se tornem um novo produto, como um banco ou uma lixeira. O projeto, que começou no final de 2019, já destinou mais de 1,3 mil esponjas para a reciclagem. “O primeiro passo foi sensibilizar a equipe que atua nas cozinhas sobre a importância dessa ação. Logo, conseguimos mostrar que reciclar sempre dá um retorno positivo para o meio ambiente”, conta a coordenadora de nutrição dos hospitais, Patrícia Conter Lara Prehs.

Ainda na cozinha, outro projeto busca conscientizar frequentadores dos restaurantes do grupo e também dos hospitais sobre o desperdício de alimentos. Para impactar a ação, pilhas de alimentos – como sacos de arroz, feijão, e outros produtos não perecíveis – são colocadas nas entradas dos refeitórios, simulando a quantidade de comida descartada todos os meses. No primeiro mês da iniciativa, o programa reduziu em 75 quilos os alimentos desperdiçados nos dois restaurantes.

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Dores cervicais podem ser evitadas com travesseiro correto

Uma das maiores dificuldades que as pessoas que dormem de lado encontram é acertar uma posição confortável para os braços e pescoço. O sono pode até ser afetado pela dor corporal, reduzindo o relaxamento, gerando cãibras, contrações e, a longo prazo, até dores crônicas de articulação. Para as pessoas que dormem de lado, há mais detalhes importantes para se notar na hora de dormir.

A Organização Mundial da Saúde estima que um quarto da população em algum momento da vida sofrerá ou já sofre com dor cervical, a chamada cervicalgia. Afetando a região posterior do pescoço, a doença pode levar a mais dores gerais e perda da força nos membros. A hora de dormir é um momento essencial para o relaxamento da cervical, para evitar essas dores. Dormir de lado pode ser um fator que ajuda a diminuir o impacto na região, mas precisa ser acompanhado do travesseiro correto que mantenha a coluna ereta.

O ideal para essas pessoas é ter um travesseiro não muito alto, mas o suficiente para preencher o espaço entre a orelha e o colchão. O travesseiro Theraside Gel, da TheraMart, conta com abertura anatômica central, que dá espaço para encaixar confortavelmente o pescoço e garante conforto para os braços. Assim, mantém essa distância entre colchão e cabeça e, com a abertura, aceita o posicionamento da mão, por exemplo, e é fácil de se ajustar para dormir.

Outra vantagem do Theraside Gel é a capa de gel que compõe a superfície de um dos lados do travesseiro. Em dias mais quentes, especialmente, o calor pode afetar a tranquilidade do sono. A capa de gel refrescante favorece o sono ininterrupto. Quando virada para baixo, não afeta os braços, pois ainda é confortável.

Em Curitiba, pode-se encontrar o Theraside Gel em uma loja autorizada: a TheraVita, que inaugurou seu espaço físico em outubro, e também atende todo o Brasil pelo site.

A loja TheraVita fica na Av. Água Verde (nº 463), no bairro Água Verde. O horário de atendimento será de segunda a sexta-feira, das 9h às 18h, e aos sábados, das 9h às 12h. Mais informações e compras online, com envio para todo o Brasil, no site theravita.com.br.

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